Medicamentos Controlados

Os medicamentos controlados são aqueles fármacos sujeitos a controle especial. Eles são compostos por substâncias com ação no sistema nervoso central. Com ação intensa e potente, a maioria deles pode causar grande alívio e ser de grande utilidade para os humanos. Porém, também são capazes de causar muitos problemas, como dependência física e psíquica. Alguns são inclusive teratogênicos, ou seja, pode causa má formação fetal e danos irreversíveis ao futuro bebê. Para adquiri-los é necessário obter receita médica especial correspondente, que sempre será retida na farmácia após a venda. É essencial, obviamente, seguir à risca as recomendações médicas.

Existem diversos tipos de medicamentos controlados, como os anabolizantes, que são feitos para substituir a testosterona (hormônio masculino), mas que também são muito usados por praticantes de musculação e lutadores para aumentar massa muscular e outras valências físicas. Estão na lista também os ansiolíticos, que inibem a ansiedade; os anorexígenos, que diminuem a fome; os anticonvulsivantes, usados no tratamento da epilepsia e crises convulsivas; os antidepressivos, que aumentam o fluxo de neurotransmissores no sistema nervoso central; os antiparkinsonianos, que são usados no tratamento do mal de Parkinson; os antirretrovirais, indicados em casos de DSTs e AIDS; os entorpecentes, indicados para aliviar dores e ajudar a regular o sono; os imunossupressores, que são potentes medicamentos que suprimem reações imunológicas desreguladas, como no lúpus, hanseníase e ulcerações severas, etc.

Como você pode observar, são inúmeros estes medicamentos e a necessidade de controle dessas substâncias provém de seus efeitos potencialmente fortes e perigosos (especialmente quando não são usados da maneira indicada e sem acompanhamento médico). Toda essa potência acaba tornando o uso destes medicamentos arriscado, e, por isso, é tão importante limitar o uso apenas a quem realmente precisa. Esses tipos de medicamentos estão sujeitos a um controle especial regulado pela ANVISA sob a portaria 344.